A Última Palavra de Cristo na Cruz – Sermão Nº 2311

A Última Palavra de Cristo na CruzNº.2311

Sermão pregado na noite de Domingo, 9 de Junho de 1889

Por Charles Haddon Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

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Então Jesus, clamando em alta voz, disse: “Pai, em tuas mãos entrego meu espírito. E havendo dito isso, expirou”.

Lucas 23: 46.

Estas foram as palavras de nosso Senhor Jesus Cristo ao morrer: “Pai, em tuas mãos entrego meu espírito”. Poderia ser instrutivo que lhes recordasse que foram sete as palavras de Cristo na cruz. Se denominamos cada um de Seus clamores ou expressões com o título de: “uma palavra”, então falaremos das últimas sete palavras do nosso Senhor Jesus Cristo. Permitam-me repassá-las neste momento:

A primeira palavra, quando o cravaram na cruz, foi: “Pai, perdoa-os, porque não sabem o que fazem”. Lucas preservou esta palavra. Mais tarde, quando um dos ladrões disse a Jesus: “Lembra-te de mim quando entrares no teu reino”, Jesus respondeu: “De certo te digo que hoje estarás comigo no paraíso”. Esta palavra também foi preservada cuidadosamente por Lucas. Mais adiante, estando em grande agonia, nosso Senhor viu Sua mãe, que estava junto à cruz com um coração quebrantado; observou-a com amor e dor indizível, e lhe disse: “Mulher, eis aqui teu filho”; e ao discípulo amado disse: “Eis aqui tua mãe”, e assim forneceu um lugar para ela quando partisse. Esta expressão foi preservada unicamente por João. Continue lendo

A Primeira Palavra de Cristo na Cruz – Sermão N° 897

A Primeira Palavra de Cristo na CruzNº 897

Sermão pregado na manhã de Domingo, 24 de outubro de 1869,

Por Charles Haddon Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

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“E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.” Lucas 23:34

Nosso Senhor estava suportando naquele exato momento as primeiras dores da crucificação; os verdugos acabaram de meter os cravos em Suas mãos e pés. Além disso, Ele deve ter ficado grandemente deprimido e reduzido a uma condição de extrema debilidade pela agonia da noite no Getsemani, e pelos açoites e as cruéis zombarias que tinha suportado de Caifás, de Pilatos, de Herodes e dos guardiões pretorianos no decorrer de toda aquela manhã. No entanto, nem a debilidade do passado nem a dor do presente impediram que Jesus continuasse em oração. O cordeiro de Deus guardava silêncio com os homens mas não com Deus. Emudeceu como ovelha diante de Seus tosquiadores, e não tinha nem uma palavra a dizer em defesa própria diante de homem algum, mas continuava clamando a Seu Pai em Seu coração, e nem a dor nem a debilidade podem calar Suas santas súplicas.

Amados, que grande exemplo nosso Senhor nos apresenta nesse ponto! Temos de continuar em oração enquanto nosso coração palpite; nenhum excesso de sofrimento deve nos apartar do trono da graça, mas antes deve nos aproximar dele –

“os cristãos devem orar no tanto que vivam,

Pois só quando oram, vivem”

Deixar de orar é renunciar às consolações que nosso caso requer.

Em todas as perturbações do espírito e opressões do coração, grandioso Deus, ajuda-nos a seguir orando, e que nossas pisadas, levadas pelo desespero, não se afastem jamais do propiciatório.

Nosso bendito Redentor perseverou em oração ainda quando o ferro cruel rasgava Seus sensíveis nervos e os repetidos golpes do martelo faziam que Seu corpo todo tremesse com angústia; e essa perseverança se explica pelo fato de que tinha um hábito tão imaculado de orar que não podia deixar de fazê-lo; Ele tinha adquirido uma poderosa velocidade de intercessão que o impedia de se deter. Essas longas noites na fria borda do monte, os muitos dias que tinha passado em solidão, essas perpétuas aspirações que costumava elevar aos céus, todas essas coisas tinha desenvolvido Nele um hábito tão arraigado que nem mesmo os mais severos tormentos podiam deter sua força Continue lendo

Perguntas e Respostas desde a Cruz – Sermão Nº 2562

Perguntas e Respostas desde a CruzNº 2562

Sermão pregado na noite de Domingo de 2 de Novembro de 1856,

Por Charles Haddon Spurgeon

Na Capela de New Park Street, Southwark, Londres.

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“Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que te alongas do meu auxílio e das palavras do meu bramido?” Salmo 22: 1

 

“E perto da hora nona exclamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni; isto é, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” Mateus 27:46

Contemplamos aqui ao Salvador submerso nas profundezas de Suas agonias e dores. Nenhum outro lugar como o Calvário mostra melhor as angústias de Cristo, e nenhum outro momento do Calvário está tão saturado de agonia como quando esse clamor rasga o ar: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”. A debilidade física que lhe sobreveio naquele momento pelo jejum e pelos açoites se somou à aguda tortura mental que experimentou por causa da vergonha e da ignomínia que teve que suportar. Como culminante da dor, sofreu uma agonia espiritual inexprimível devido ao desamparo do qual foi objeto por parte de Seu Pai. Essa foi a negridão e a escuridão de Seu horror. Foi então quando penetrou nas profundezas das cavernas do sofrimento.

Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”. Nessas palavras de nosso Salvador existe algo que tem sempre o propósito de nos beneficiar. A contemplação dos sofrimentos dos homens nos afligem e nos horroriza, mas os sofrimentos de nosso Salvador, ainda que nos movam ao pesar, estão revestidos de algo doce e cheio de consolação. Aqui, inclusive aqui, nesse negro local de dor, enquanto contemplamos a cruz, encontramos nosso céu. Esse espetáculo que poderia ser considerado horroroso, torna ao cristão alegre e feliz. Se bem lamenta a causa, se alegra devido às consequências.

I. Primeiro, em nosso texto, existem TRÊS PERGUNTAS para as quais peço sua atenção.

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As Consequências da Morte de Cristo – sermão Nº 2338

AsConseguências da Morte de CristoNº 2338

Sermão pregado na noite de Domingo de 6 de Outubro de 1889,

Por Charles Haddon Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

E lido no Domingo, 10 de Dezembro de 1893.

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Agora é o juízo deste mundo; agora será expulso o príncipe deste mundo. E eu, quando for levantado da terra, todos atrairei a mim” João 12: 31-33

Nosso Senhor participou de uma espécie de ensaio de Sua paixão antes que acontecesse. Quando viu a esses gregos que se aproximaram de Felipe, e que logo André e ele trouxeram para Ele, Seu coração se encheu de alegria. Esse devia ser o resultado de Sua morte: que os gentios fossem congregados a Ele. Esse pensamento lhe recordou sua morte próxima. Estava muito próxima. Só passariam uns quantos dias e então morreria na cruz. Em antecipação do Calvário, Sua alma estava muito perturbada. Não foi assim porque temesse a morte, mas Sua morte ia ser muito peculiar. Ia morrer o Justo pelos injustos. Levaria Ele mesmo nossos pecados em Seu corpo sobre o madeiro, e Sua alma pura e santa rejeitava todo contato com o pecado. Perturbava-lhe ocupar o lugar do pecador e suportar a ira de Seu Pai. Seu coração estava muito alterado e clamou: “E que direi? Pai, Me salva dessa hora? Mas para isso eu vim a essa hora. Pai, glorifica teu nome”. Sem uma maligna debilidade, demonstrou quão verdadeiramente humano era; sem nenhuma queixa pecaminosa diante da vontade de Seu Pai, contemplou que terrível era essa vontade, e estremeceu-se ao ver tudo o que ela incluía. Isso foi uma espécie de ensaio do Getsêmani. Era dar um gole dessa taça da que posteriormente beberia, até que Seu suor se convertesse em grandes gotas de sangue sobre a terra, enquanto Sua alma inteira elevava a angustiante petição: “Meu Pai, se é possível, passe de mim esse cálice; mas não seja feito o que eu quero, mas sim como tu queres”. Continue lendo

A Última Mensagem do Ano – Sermão N° 3230

A Ultima Mensgaem do AnoNº3230

Sermão pregado na noite de Domingo, 28 de Dezembro de 1873

por Charles Haddon Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington,.

E Publicado na quinta-feira, dia 29 de Dezembro de 1910.

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(COM UMA EXPOSIÇÃO DO EVANGELHO DE LUCAS 11: 1-26 ANEXA AO FINAL DO SERMÃO PREPARADA PELO SR. SPURGEON)

“Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora” (João 6:37).

 

A Eleição não Desanima as Almas Buscadoras – Sermão Nº 553

Nº 553

Um sermão pregado na manhã do Domingo, em 7 de Fevereiro, 1864

Por Charles Haddon Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

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“E terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia, e me compadecerei de quem eu me compadecer” Êxodo 33:19.

Posto que Deus é o fabricante, e o criador, e o sustentador de todas as coisas, Ele tem o direito de fazer com todas as Suas obra o que lhe agrade. “Dirá o vaso de barro ao que o formou: Por que me fizeste assim? Ou o oleiro não tem poder sobre o barro, para fazer da mesma massa um vaso para honra e outro para desonra?” A supremacia absoluta de Deus e Sua soberania sem limites fluem naturalmente de Sua onipotência, e do fato que Ele é a fonte e Ele sustenta todas as coisas. Mais ainda, se não fosse assim, a excelência superlativa do carácter divino lhe daria o direito de um domínio absoluto. O chefe deve ser o melhor. O que não pode errar, sendo perfeito em sabedoria; o que não vai falhar, sendo perfeito em santidade: o que não pode fazer o mal, sendo supremamente justo: o que deve atuar de acordo com os princípios da bondade, porque Ele é em essência amor, é a pessoa mais adequada para governar. Continue lendo

Uma Santa Obra de Natal – Sermão N° 666

Nº 666

Sermão pregado na manhã de domingo, 24 de dezembro de 1865.

Por Charles Haddon Spurgeon,

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

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“E, vendo-o, divulgaram a palavra que acerca do menino lhes fora dita; E todos os que a ouviram maravilharam-se do que os pastores lhes diziam. Mas Maria guardava todas estas coisas, ponderando-as em seu coração. E voltaram os pastores, glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, como lhes havia sido dito.” (Lucas 2:17-20).

 

Cada estação do ano tem suas próprias frutas: maçãs no outono, bagas de azevinho[1] de Natal. A terra produz segundo o período do ano e tudo o que o homem quer debaixo do céu tem sua hora. Nesta época, o mundo se dedica a congratular-se e a expressar seus bons desejos pelo bem-estar de seus cidadãos. Permitam-me sugerir uma obra complementar e mais sólida para os cristãos. Ao pensar hoje no nascimento do Salvador, devemos aspirar a um nascimento renovado do Salvador em nossos corações. Como Cristo já foi “formado em nós, a esperança da glória,” que possamos ser “renovados no espírito de nossa mente.” Que possamos ir de novo à Belém de nosso nascimento espiritual para realizar nossas primeiras obras, para desfrutar de nossos primeiros amores e para festejar com Jesus como fizemos nos dias santos, felizes e celestiais de nosso noivado. Vamos a Jesus com algo desse frescor juvenil e desse supremo deleite que era tão manifesto em nós quando O vimos pela primeira vez. Temos que coroá-Lo novamente, pois ainda está adornado com o orvalho de Sua juventude, e segue sendo “o mesmo ontem, hoje e eternamente.” Continue lendo

Uma Pergunta de Natal – Sermão N° 291

Nº 291

Sermão pregado na manhã de domingo,
25 de dezembro de 1859

por Charles Haddon Spurgeon

Exeter Hall, Strand, Londres.

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Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado.”  (Isaías 9:6)

Em outras ocasiões expliquei a parte principal deste versículo: “e o governo está sobre os seus ombros, e o seu nome será Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte.” Se Deus me permitir, em alguma ocasião futura, espero pregar sobre os outros títulos, “Pai eterno, Príncipe da paz.” Mas esta manhã, a porção em que poremos nossa atenção é esta: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu.” A frase é dupla, porém, não contém nenhuma tautologia. O leitor cuidadoso logo descobrirá uma distinção; é uma distinção que mostra uma diferença. “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu.”

Como Jesus Cristo foi um menino em Sua natureza humana, nasceu gerado pelo Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria. Nasceu como sendo verdadeiramente um menino, como qualquer outro homem que tenha vivido sobre a face da terra. Então, Ele é em Sua humanidade um menino nascido. Mas como Jesus Cristo é o Filho de Deus, não é nascido, mas dado, gerado por Seu Pai desde antes de todos os mundos, gerado, não criado, da mesma natureza que o Pai. A doutrina da eterna condição de Filho de Deus deve ser recebida como uma verdade indubitável da nossa santa religião. Porém, quanto a dar uma explicação para isso, nenhum homem deveria se aventurar a fazê-lo, pois permanece em meio às coisas profundas de Deus: na verdade é um desses solenes mistérios que os anjos não se atrevem examinar nem desejam esquadrinhar. Um mistério que não devemos tentar examinar a fundo, pois está totalmente fora do entendimento de qualquer ser finito. É o mesmo que um mosquito tentar beber o oceano, uma criatura finita tentar compreender o Deus Eterno. Um Deus que pudéssemos compreender não seria Deus. Se nós pudéssemos agarrá-Lo, não poderia ser infinito: se pudéssemos entendê-Lo, então, não seria divino. Portanto, eu digo que Jesus Cristo, como um Filho, não nos é nascido, mas dado. Ele é uma dádiva que nos é concedida, “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que enviou Seu Filho Unigênito ao mundo.” Ele não nasceu neste mundo como Filho de Deus, mas foi enviado, ou foi dado, de tal forma que vocês podem perceber que a distinção é muito sugestiva e nos transmite verdade em grandes quantidades. “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu.” Continue lendo

Liberdade aos Cativos: o sermão mais Brasileiro de C.H.Spurgeon – Sermão Nº 2371

capa sermão SpurgeonNº 2371

Sermão pregado na noite de Domingo, 13 de maio de 1888

Por Charles Haddon Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

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 “A proclamar liberdade aos cativos.”  Isaías 61:1

Eu não sei com que frequência vocês geralmente leem o jornal diário. Eu acho que nós poderíamos ter uma “Sociedade pela Supressão do Conhecimento Inútil”. Um grande negócio que aparece nos jornais apenas para isto – e muito tempo é desperdiçado lendo-o. Mas, algumas vezes, nós temos uma jóia em meio das notícias, e, em minha mente, há uma jóia contida no telegrama da Reuter’s[1] proveniente do Rio de Janeiro, de 10 de maio: “A Câmara dos Deputados Brasileira votou a imediata e incondicional abolição da escravatura no Brasil”.[2] Meu coração regozijou enquanto eu lia este parágrafo! Eu espero que isto não signifique que esta votação possa ser derrotada em alguma outra Câmara, ou que a abolição possa ser evitada por algum outro poder. Mas, se significa que a escravidão está para ser imediata e incondicionalmente abolida no Brasil, eu convoco todos vocês a agradecer a Deus e se regozijar em Seu nome! Onde quer que exista a escravidão, há uma horrível maldição, e a abolição é uma benção indescritível. Todos os homens livres deveriam louvar a Deus e especialmente aqueles que Cristo tornou livre, pois eles são “realmente livres”. Continue lendo

Força-os a Entrar – Sermão N°227

N°. 227

Sermão pregado na manhã de Domingo, 5 de Dezembro de 1858,

Por Charles Haddon Spurgeon.

No Music Hall,  Royal Surrey Garden, Londres.

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Steve Lawson cita esse sermão no seu  livro “O Foco evangélico de Charles Spurgeon“, da Editora Fiel. Lawson aplica esse e outros sermões como exemplos de como Spurgeon pregava o evangelho para salvar os pecadores, mesmo sendo calvinista

“força-os a entrar”. (Lucas 14:23)

Tenho tanta pressa de ir e obedecer hoje mesmo essa ordem de forçar a entrada dos que se detêm agora nos caminhos e nos becos, que não posso ficar na introdução, mas devo dar inicio a minha apresentação de imediato.

Ouçam, pois, vocês que desconhecem por completo a verdade que é em Jesus, ouçam, pois, a mensagem que tenho que lhes entregar. Vocês caíram, caíram em seu pai Adão; também caíram por vocês mesmos, pelo pecado que cometem diariamente e por sua constante iniquidade. Provocaram a ira do Altíssimo. E tão certamente como pecaram, assim certamente Deus deverá lhes castigar se perseveram em suas iniquidades, pois o Senhor é um Deus de justiça, e de nenhuma forma passará por alto o culpado.

Por acaso você não o ouviram? Não se lhes disse aos ouvidos que faz muito tempo que, Deus, em sua infinita misericórdia, estabeleceu uma forma pela qual, sem nenhuma violência contra sua honra, pode ter misericórdia de vocês, os culpados e indignos? A vocês lhes falo. E minha voz se dirige a vocês, oh filhos dos homens. Jesus Cristo, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, desceu do céu, e foi feito a semelhança de carne de pecado. Gerado pelo Espírito Santo, Ele nasceu da Virgem Maria. Viveu nesse mundo uma vida de santidade exemplar e do mais profundo sofrimento, até que se entregou para morrer por nossos pecados, “o justo pelos injustos, para nos levar a Deus”. Continue lendo