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Há 190 anos, nascia Charles Haddon Spurgeon, em Kelvedon, Inglaterra

Hoje lembramos os 190 anos de nascimento de Charles Haddon Spurgeon, no dia 19 de junho de 1834, na Inglaterra. A seguir, uma pequena prévia do livro “Vida e Obra de Charles Spurgeon“, escrito por Armando Marcos, sem data de lançamento ainda:
 
“John Spurgeon, pai de Charles, nasceu na vila de Stambourne em 15 de julho de 1811, no primeiro ano do pastorado de seu pai, James nessa localidade. John também se sentiu chamado ao ministério pastoral, mas no começo, tal como seu pai, não seguiu o ministério em tempo integral, e trabalhava durante a semana e pregava aos fins de semana em algumas igrejas Congregacionais da região. John trabalhou muito tempo como contador de empresas de carvão e teve vários negócios próprios. Assumiu o ministério em tempo integral apenas aos 40 anos.
 
John Spurgeon casou-se com uma moça chamada Eliza Jarvis em 1833 . Juntos, tiveram 17 filhos, dos quais apenas 8 sobreviveram à infância. Desses, Charles Haddon Spurgeon nasceu exatamente no dia 19 de junho de 1834. Nasceu na pequena vila de Kelvedon, Essex. Segundo seus diversos biógrafos, nasceu nesse povoado por conta do trabalho itinerante do pai nessa época. O pequeno Charles foi batizado em 3 de agosto do mesmo ano, pelo avô James, na Igreja Congregacional de Stambourne. Recebeu o nome “Charles” em homenagem a um irmão de sua mãe que chamava-se “Charles Parker Jarvis”, e o segundo nome, “Haddon”, em homenagem a um irmão de seu pai John que chamava-se “Haddon Rudkin Spurgeon”. Esse tio tinha recebido esse nome como homenagem de James para um amigo seu que era diácono de sua igreja e que o ajudou em certos negócios de vendas de laticínios quando James Spurgeon era jovem, ainda antes de assumir o ministério pastoral . Em sua autobiografia, Charles conta que gostava do “Tio Haddon”, mas achava que seu nome tinha ficado longo demais, e por isso chamou seus filhos gêmeos de Charles e Thomas, sem nome do meio .
 
Durante pouco mais de um ano, Charles foi criado com John e Eliza, mas em agosto de 1835, ele foi entregue aos cuidados dos avôs paternos. O pequeno Charles moraria em Stambourne durante 5 anos aproximadamente. A providência divina estavam atuando”

Um Banquete Celestial para o Natal – Sermão N° 846

Pregado na manhã de Domingo,

20 de Dezembro de 1868

Por Charles Haddon Spurgeon

no Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

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 “E o Senhor dos Exércitos dará neste monte a todos os povos um farto banquete com animais gordos, uma festa com vinhos envelhecidos, carnes com tutanos gordos e com vinhos velhos, bem purificados e com borras.” Isaías 25:6

Estamos quase chegando à grande época de festividades do ano. No dia de Natal encontraremos todos da Inglaterra divertindo-se com todo jubilo que puderem sentir. Como servos do Senhor, vocês possuem a maior parte da alegria na pessoa Daquele que nasceu em Belém, assim, convido-os a melhor de todas as ceias de Natal, convido-os ao prato mais nobre que nos faz suspirar na mesa: o pão do céu, o alimento para seu espírito. Eis quão ricas e abundantes são as provisões que Deus providenciou para a grande celebração, a qual Ele deseja que Seus servos se recordem, não apenas agora, mas sim, por todos os dias de suas vidas!

O Senhor, no versículo que temos diante de nós, teve o prazer de descrever as disposições do Evangelho de Jesus Cristo. Apesar de outras interpretações já terem sido sugeridas para este verso, elas são todas monótonas e obsoletas, e totalmente cheias de expressões pobres relacionadas ao que está diante de nós. Quando contemplamos a pessoa de nosso Senhor Jesus Cristo, cuja carne é a verdadeira comida e cujo sangue é verdadeira bebida – quando O vemos oferecido no monte determinado, logo, descobrimos uma plenitude de significado nestas benditas palavras de santa hospitalidade: “O Senhor preparará uma festa com animais gordos, carnes cheias de tutano”.

Nosso próprio Senhor gostava muito de descrever Seu Evangelho sob a mesma imagem que é aqui empregada. Certa vez, Ele comentou a respeito da boda de um casamento real: “Meus bois e meus novilhos estão abatidos, e tudo está preparado.” (Mateus 22:4). E não parecia que Ele podia sequer completar a beleza da parábola do filho pródigo sem matar o bezerro gordo e sem terminar com um banquete, com música e dança. Assim como uma festividade na terra é aguardada e estimada como um oásis em meio ao deserto do tempo, o Evangelho de Jesus Cristo é para a alma que foi docemente libertada de sua escravidão e angustia, provando de gozo e alegria. Sobre este assunto pretendemos falar esta manhã, e ansiamos sermos socorridos pelo grande Anfitrião da celebração.

Nosso primeiro tópico será a festa. O segundo será a respeito do salão do banquete – “neste monte”. O terceiro será o Anfitrião – “O Senhor fará uma festa”. E no quarto tópico veremos sobre os convidados – “Ele fará isso para todas as pessoas”.

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LANÇAMENTO: ebook “Do Púlpito de Calvino: Dois sermões pregados em Genebra pelo Príncipe dos Pregadores em férias”

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LANÇAMENTO: confira o ebook “Do Púlpito de Calvino: Dois sermões pregados em Genebra pelo Príncipe dos Pregadores em férias” Em 1860, antes da inauguração do Tabernáculo Metropolitano, Spurgeon tirou férias na França. na atual Alemanha e na Suíça. Quando chegou em Genebra, alguns pastores convidaram Spurgeon para pregar na Catedral de São Pedro, no mesmo púlpito usado pelo Reformador João Calvino (1509-1564) . Nesse ebook preparado pelo Projeto Spurgeon você lerá os dois sermões entregues na Catedral. em 1° de julho de 1860: “Libertação dos pecadores por meio do Sangue de Cristo” pregado de manhã, e o “O verdadeiro buscador” pregado à noite.

O que é a Fé? – Sermão N° 1609

o que é féO que é a Fé? E como obtê-la?

N° 1609

Sermão pregado na manhã de domingo de 17 de julho de 1881 por Charles Haddon Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

IMPRESSO COM UMA NOTA DE C.H.SPURGEON AO FINAL

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“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé;” – Efésios 2:8

Tenho o propósito de considerar primordialmente a expressão: “por meio da fé”. Contudo, peço-lhes antes de tudo que prestem atenção na origem da nossa salvação, que é a graça de Deus. “Pela graça sois salvos, por meio da fé”. Uma vez que Deus é clemente, os pecadores são perdoados, convertidos, purificados e salvos. Não são salvos devido a qualquer coisa neles, ou o que pode haver neles, nunca, mas é graças ao ilimitado amor, a bondade, a piedade, a compaixão, a misericórdia e a graça de Deus. Então, pare por um momento na primavera, contemplem o limpo rio da água da vida no momento em que brota do trono de Deus e do Cordeiro. Quão grande abismo é a graça de Deus! Quem poderia sondá-lo? Como todos os demais atributos divinos, é infinita. Deus está pleno de amor, pois “Deus é amor”; Deus está pleno de bondade e o próprio nome “Deus” é senão um sinônimo de bom[1]. A bondade ilimitada e o amor formam parte da própria essência da divindade. Graças à “sua misericórdia que dura para sempre” os homens não são destruídos. Graças a “nunca cessarem suas misericórdias” os pecadores são conduzidos a Ele e são perdoados. Lembrem-se bem disso, pois de outra forma, se fixam suas mentes na fé, que é o canal da salvação, ao ponto de esquecer a graça, que é a fonte e a origem mesma de sua fé, podem cair no erro. A fé é a obra da graça de Deu em nós. Ninguém pode chamar a Jesus Cristo senão pelo Espírito Santo. “Ninguém pode vir a mim” – disse Cristo. – “se o Pai que me enviou não o trouxer”, de tal maneira que a fé, que é vir a Cristo, é o resultado de uma atração divina. A graça é a primeira e a última causa da salvação, e a fé, valiosa como é, é somente uma parte importante das máquinas empregadas pela graça. Somos salvos “por meio da fé”, mas é “pela graça”. Divulguem, como com trombetas de arcanjos, estas palavras: “pela graça sois salvos”.

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A Dupla Natureza e o Duelo Interior – Sermão n°1459B

n°1459B

Sermão pregado por

Charles Haddon Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres

Sem data

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“Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros.” Romanos 7:23

Pergunto-me se há alguém que entenda a si mesmo, mesmo que eu esteja completamente seguro que nenhum cristão pode fazê-lo. Em mais de um sentido “Grande é o mistério da piedade“. O crente é um grande enigma para os que o observam: “ele não é julgado por ninguém.” É igualmente um enigma para si mesmo. Não é surpreendente a frequência com que aparecem livros como “Paradoxos Ortodoxos” de Venning, e o “Enigma do Crente” do bom Ralph Erskine, pois se poderiam elaborar mil enigmas sobre o cristão, já que ele é um paradoxo do princípio ao fim. Assim como Platão insistia em dizer que cada indivíduo era duas pessoas, assim podemos dizer enfaticamente sobre cada cristão que ele é dois homens em um só. Com frequência, para ele mesmo, o homem mau em seu interior parece prevalecer, mas, apesar disso, pela graça de Deus não pode conseguir isso jamais, pois a vitória definitiva pertence à nova vida espiritual do cristão. Em cada cristão se adverte o que foi visto na sulamita em Cantares, “algo como a reunião dos acampamentos.” O cristão nem sempre sabe disso quando começa sua nova vida. Quando começa, sabe que é um pecador e que Jesus é seu Salvador, mas conforme ele avança, descobre que é mais pecador do que pensava.

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Para que serve a Lei? – Sermão n° 128

n° 128

Sermão pregado no Domingo de 19 de Abril de 1857

por Charles Haddon Spurgeon

No Music Hall, Royal Surrey Gardens, Londres.

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“Então, para que serve a lei?” — Gálatas 3:19

O Apóstolo Paulo, mediante um argumento poderoso e altamente engenhoso, demonstrou que a lei não foi estabelecida por Deus para a justificação e salvação do homem. Ele declara que Deus fez um pacto de graça com Abraão muito antes de a lei ser dada no Monte Sinai; que Abraão não esteve presente no Monte Sinai, e que, portanto, não pode fazer alteração alguma ao pacto feito ali por alguma sugestão sua; que, além disso, não foi pedido o consentimento de Abraão para alguma alteração do pacto, e sem sua aprovação o pacto não poderia ter sido mudado legalmente; e, também, que o pacto permanece firme e irrevogável, visto que foi feito à semente de Abraão, como sendo ao próprio Abraão. “Isto, pois, digo: Sobre o pacto previamente ratificado por Deus para com Cristo, a lei que veio quatrocentos e trinta anos depois, não o pode ab-rogar, para invalidar a promessa. Porque se a herança provém da lei, já não decorre da promessa; mas Deus a concedeu a Abraão mediante a promessa.”

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Uma Exortação aos Pecadores – Sermão N° 219

Exortação aos pecadores-castelo-forteN° 219

Sermão pregado na noite de Domingo, 14 de Setembro, 1856.

Por Charles Haddon Spurgeon

Em Exeter Hall, Strand, Londres.

 

“Este recebe pecadores” (Lucas 15.2)

Quando essas palavras foram ditas, o grupo que havia se reunido junto ao Salvador era muito singular, pois o evangelista nos informa que: “aproximavam-se de Jesus todos os publicanos e pecadores para o ouvir”. Os publicanos formavam a pior categoria da sociedade, e eram os opressores públicos, menosprezados e odiados pelos judeus mais insignificantes. E precisamente eles, juntamente com os mais perversos, a escória das ruas e o desperdício da sociedade de Jerusalém, rodeavam a este poderoso pregador, Jesus Cristo, para escutar Suas palavras. Afastados um pouco da multidão, encontravam-se uns cidadãos um tanto respeitáveis, que naqueles dias eram chamados fariseus e escribas: homens sumamente estimados como autoridades, dirigentes e mestres nas sinagogas. Eles viam com desprezo o Pregador, e o vigiavam com olhares invejosos para O surpreender em algum erro. Se não podiam encontrar Nele algum erro, facilmente podiam encontrar em Sua congregação; Sua relação com eles escandalizava aquele falso conceito de decência, e quando observavam que Ele era afável com os indivíduos mais depravados, que falava palavras amorosas às pessoas mais caídas da humanidade, falavam Dele como querendo desonrá-lo, embora resultasse em algo extremamente honroso: “Este homem recebe pecadores”.

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Nunca! Nunca! Nunca! Nunca! Nunca! – Sermão N° 477

N° 477

Sermão pregado na manhã de Domingo, 26 de outubro de 1862

Por Charles Haddon Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

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Porque Ele disse: Não te desampararei, nem te deixarei.” Hebreus 13:5.

“Ele mesmo disse: Nunca te deixarei nem te desampararei.”

Hebreus 13:5. A Bíblia das Américas

 Em “assim disse Jeová” reside um grande poder. O homem que pode empunhar, mediante a fé, esta espada: “Porque Ele disse”, tem em sua mão uma arma que vence tudo. Existe alguma dúvida que não possa ser eliminada por esta espada de dois gumes? Qual medo não cairá aniquilado com uma ferida mortal proporcionada por esta flecha saída do arco do pacto de Deus? Se podemos nos apoiar no baluarte “porque Ele disse”, acaso as tribulações da vida e as agonias da morte não parecerão apenas leves aflições? E não acontecerá exatamente o mesmo com as corrupções internas e com as tentações externas, com as tribulações que provêm do alto e com as tentações que surgem de baixo? Seja para encontrar deleite em nossa quietude ou para receber fortaleza em nosso conflito, “porque Ele disse” há de ser nosso refúgio cotidiano.

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Menosprezar a Cristo – Sermão N° 98

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Sermão pregado na noite do Domingo, 17 de Agosto de 1856

Por Charles Haddon Spurgeon

No Exeter Hall, Strand, Londres.

“Eles, porém, não fazendo caso, foram, um para o seu campo, outro para o seu negócio;” Mateus 22:5

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O homem não mudou muito desde os dias de Adão. Em sua estrutura corporal parece ser exatamente o mesmo, pois os esqueletos que possuem muitas centenas de anos correspondem exatamente aos nossos. E verdadeiramente, os feitos do homem realizados há séculos e que ficaram registrados na história, poderiam ser escritos de novo, pois, “nada há de novo debaixo do sol”. Ainda descobre-se a mesma classe de homens (apesar de, talvez, vestidos de maneira diferente) que existiu em idades muito remotas. Ainda existem homens que respondem ao caráter que o Salvador atribuiu a outros em Seu dia: Vão, “um para o seu campo, e outro para o seu negócio”, desprezando as coisas gloriosas do Evangelho. Continue lendo

Grande Perdão para Grande Pecado – Sermão N° 2863

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Um sermão para o culto de Vigília pregado por

Charles Haddon Spurgeon

Na noite de 31 de Dezembro de 1876

E publicado na quinta-feira, 24 de Dezembro de 1903

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“E é pelo sangue deste que temos a redenção, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da Sua Graça.” Efésios 1:7.

 

Não há quase necessidade de dizer a vocês que Paulo está aqui escrevendo em relação ao Senhor Jesus Cristo. De fato, Cristo era seu tema constante, tanto na pregação quanto na escrita. Tomei conhecimento de ministros que conseguem pregar um sermão sem mencionar do começo ao fim o nome de Jesus. Se alguma vez vocês ouvirem um sermão como esse, cuidem para que nunca mais ouçam outro sermão desse homem! Se um padeiro assasse alguma vez para mim um pão sem nenhuma farinha em sua composição, eu tomaria as providências necessárias para que ele jamais fizesse isso de novo. E digo o mesmo a respeito do homem que prega um Evangelho sem Cristo! Deixe que aqueles que não valorizam suas almas imortais vão e ouçam-no; mas, prezados amigos, sua alma e a minha são por demais preciosas para serem colocadas à mercê de tal pregador. Continue lendo