A Dica do Labirinto: O Crente é um missionário

C.H.Spurgeon

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Capitulo 58: CRENTE É UM MISSIONÁRIO.

Aquele que realmente crê em Jesus trará muita esperança para os seus companheiros. Sem dúvida, esta esperança é uma grande ajuda na prática do bem. É verdade que muitos falharam em sua tarefa de evangelização por que não creram que determinados indivíduos poderiam ser salvos, entretanto, um cristão genuíno jamais descartaria essa possibilidade, pois se a graça foi capaz de alcançá-lo, certamente ela poderia fazer o mesmo com qualquer um. A Palavra que atuou profundamente em seu próprio ser poderia muito bem efetuar o mesmo em outros. Por isso, caso tivesse uma chance, o crente tentaria converter até mesmo o papa. Na falta desse, porém, ele começa a empenhar as suas forças com o primeiro que tiver a oportunidade. De fato, a fé viva se propaga! Logo, se não tens nenhuma preocupação com a alma do teu vizinho, já está mais do que na hora de começar a se preocupar com a tua própria.

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Livro A Dica do Labirinto: Considerações profundas sobre a fé e a dúvida
Tradução: Wesley Carvalho

Direitos reservados: Projeto Spurgeon – Proclamando a Cristo crucificado

A Dica do Labirinto: A Fé deve permanecer livre de qualquer mistura

C.H.Spurgeon

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Capitulo 57: A FÉ DEVE PERMANECER LIVRE DE QUALQUER MISTURA.

Muitos que procuram viver dignamente tendem a misturar a sua fé em Deus com outras coisas. No ímpeto por desfrutarem de todas as ajudas possíveis à fé, chegam ao ponto de dar uma ajudinha a Rocha dos Séculos, fornecendo madeira de suas próprias florestas, o que obviamente provará ser uma grande fonte de confusão. Se nós, de fato, confiamos em Deus, devemos nos entregar a ele sem reservas, pois se ele é aquele que tem todo o poder sobre tudo e todos, então, quem supõe que pode dar um auxílio a Deus faz algo tão absurdo que chega a ser um insulto. Será que realmente cremos que o meio de salvação definido por Deus pode nos salvar dos pecados? Devemos, então, crer que ele cumprirá a sua promessa independentemente de nos sentirmos melhores ou piores. Se é em Deus que cremos, não há como imaginar a possibilidade de qualquer fracasso ou mudança de planos. É verdade também que podemos fraquejar, porém a ênfase deve sempre descansar sobre a fidelidade de Deus, e até que possa ser levantada alguma convincente oposição a isso, por que razão deveríamos duvidar? Imaginar que os propósitos eternos devem ser alcançados por meio de duas forças pode fazer com que a nossa confiança oscile entre uma e outra. Porém, se tudo está nas mãos de um só, então a falta de confiança sempre será injustificável, a menos que o Único Poder manifeste sinais de fraqueza. Dessa forma, a fé em Deus não deve ser adulterada, e nem mesmo a santa ansiedade ou a vigilância estão autorizadas a deslocar o terreno de nossa confiança. Devemos, assim, com todas as nossas forças depender daquele que é exaltado como Príncipe e Salvador.

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Livro A Dica do Labirinto: Considerações profundas sobre a fé e a dúvida
Tradução: Wesley Carvalho

Direitos reservados: Projeto Spurgeon – Proclamando a Cristo crucificado